quarta-feira, 12 de maio de 2010

Para os Com Fusos

Trago planos
de outro plano.
Onde não dominam os humanos.


Os quadrados estão confusos,
insistem em contar parafusos.
Pararam no tempo,
não há horários, nem fusos.


A máquina, aparentemente,
está no, passado, presente.
No consciente do subconsciente.

Acredite, está tudo na sua mente.
Viva o seu sonho, eternamente.
Siga em mutação, constantemente.

Na minha cabeça, não falta parafuso.
Se você não me entende, não sou eu quem está confuso.

Robôs foram postos em prioridade.
Roubos, caóticos, de alma e identidade.
Há venda, irracional, de racionalidade
e venda nos olhos de quem via a verdade.

A comunicação é pouca,
arrancaram as línguas, de toda boca.
Não se pode andar sem roupa.
Se não se tem dinheiro, se anda rota.

Os ouvidos, cheios de cera,
não ouvem as serras
que cortam suas pernas
e derrubam suas serras.

Com os dedos amputados,
não se sente mais.
O sentimento, estagnado,
é de falsa paz.


Acredite, no que vê.
Se não crês, ao menos tente.
Acredite em vida extra inteligente,
No meio da gente.

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